Cartoon de Angel Boligan
Com toda
a experiência que tive frequentando salas de aula por aí, aprendi
que todos nós temos o que se chama “bagagem cultural”, que nada
mais é do que o conhecimento que carregamos conosco ao longo da
vida. A bagagem cultural varia de pessoa para pessoa. Isso acontece porque
ela depende da cultura que vivenciamos, das informações a que
tivemos acesso, e mais do que isso: da nossa capacidade de observação
e de absorção de aprendizados e conhecimentos oriundos tanto de um
processo clássico de educação, como de nossas experiências de
vida. E é claro que isso vai ocorrer de forma diferente para cada um de nós.
“Por
que você está falando sobre isso Aryane?” Porque acho
interessante o fato de que podemos melhorar a nossa bagagem cultural
e em consequência disso no tornarmos seres humanos melhores e mais
bem-sucedidos. Só para se ter ideia, neurocientistas da computação,
fazendo cálculos simplistas, estimam a capacidade de processamento de
um cérebro humano entre 10 e 100 terabytes. Levando isso em
consideração, podemos dizer que a habilidade que temos de aprender
novas coisas é praticamente infinita. O conhecimento é uma arma,
portanto arme-se!
Seguindo
este raciocínio, decidi unir o útil ao agradável e bancar a
autodidata. O alvo dos meus estudos? Minha paixão pela moda.
O meu
interesse por ela surgiu do desejo de me vestir melhor e criar novas
combinações com as roupas que eu já tenho no meu armário. Passei
a pesquisar cada vez mais sobre o assunto e comecei a me vestir
melhor. E posso dizer que isso foi muito gratificante, não só me
ajudou a me vestir, como tornou-me uma pessoa muito mais feliz e
confiante.
A quem
diga que moda é coisa de gente fútil e vazia. Eu digo que moda é
coisa de gente inteligente, gente que pensa, gente que planeja, gente
que faz arte, gente que tem sensibilidade, gente que sabe apreciar as
coisas belas … e por aí vai. Concluindo,
vou continuar a me aventurar por este mundo e vou trazer aqui para o
blog as minhas experiências a respeito disso. Porque conhecimento
nunca é demais, já diziam nossos avós, não é mesmo?


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